As auroras polares podem surgir em forma de manchas, arcos luminosos, faixas ou véus. Umas têm movimentos suaves, outras pulsam. Sempre em alturas de cerca de 100 quilômetros de altitude. Quanto mais próximo o observador estiver dos pólos magnéticos, maior a chance de ver o fenômeno.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Auroras Polares
As auroras polares podem surgir em forma de manchas, arcos luminosos, faixas ou véus. Umas têm movimentos suaves, outras pulsam. Sempre em alturas de cerca de 100 quilômetros de altitude. Quanto mais próximo o observador estiver dos pólos magnéticos, maior a chance de ver o fenômeno.
Quais os dez maiores fenômenos que a ciência não explica?
10 – A relação cérebro-corpo: A ciência se esforça para ter um completo entendimento sobre a relação corpo-mente. O placebo, por exemplo, é um efeito causado pelo cérebro humano para uma condição de melhora sobre uma dada doença que acaba por curá-la.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Novo material poderá diminuir desperdício de energia
Quem usa notebooks já percebeu que, às vezes, eles esquentam demais (especialmente quando estão rodando programas mais “pesados”). Embora possa ser agradável em dias frios, esse calor é, na verdade, energia desperdiçada. Se isso já acontece em um equipamento relativamente pequeno, que não usa tanta energia, imagine em estruturas maiores.
“Com cerca de dois terços de toda a energia usada sendo desperdiçada sob a forma de calor, há forte necessidade de materiais termo-elétricos de alta performance, que podem converter reversamente calor em energia elétrica”, explica uma equipe de pesquisadores de diversas instituições dos Estados Unidos, em artigo publicado recentemente pela revista Nature.
Esse tipo de material deve ser capaz de manter o fluxo de elétrons enquanto evita que o calor “escape”, e sua eficiência é medida em uma escala chamada ZT. Estima-se que um material termo-elétrico que possa ser usado com eficiência em larga escala deve ter um ZT de pelo menos 2 a uma temperatura entre 480°C e 650°C.
Uma forma de aumentar o ZT de um material é alterar sua estrutura nanométrica (na escala de 1×10⁻⁹ m), criando minúsculas interrupções para evitar que o calor “saia”. Estudos anteriores, porém, ao realizar tal procedimento com materiais termo-elétricos que já eram relativamente eficientes (como telurido de chumbo) conseguiram chegar a um ZT máximo de 1,8.
Os pesquisadores do estudo mais recente, por sua vez, superaram as expectativas iniciais e, com um novo método – em que criavam obstáculos em uma escala um pouco maior que a nanométrica – conseguiram aumentar o ZT de uma amostra de telurido de chumbo para 2,2 a 643°C, dando um grande passo na busca por materiais termo-elétricos mais eficientes (e que ajudem a diminuir o desperdício de energia elétrica).[Discovery Magazine] [Nature]
7 conceitos bizarros da física que todos devem conhecer
No dia-a-dia, conceitos básicos de física (como força, aceleração e pressão) não causam tanto espanto, nem soam absurdos. Quando mudamos para outros cenários, porém, as regras mudam: no mundo subatômico, por exemplo, partículas podem estar em dois lugares ao mesmo tempo, e só o fato de observá-las já altera seu estado; buracos negros podem conter a massa de uma estrela condensada em um único ponto; e para um objeto viajando à velocidade da luz, o tempo passa mais devagar.
Confira a seguir estas e outras ideias que fogem do que nós consideramos “normal” – mas que não causam tanto espanto em cientistas da área..
1 – RELATIVIDADE
O termo se refere a duas das mais famosas teorias da física, ambas propostas por Albert Einstein. Na primeira, divulgada em 1906, o físico demonstrou, por meio de uma série de cálculos, que a velocidade da luz é a maior que pode ser atingida por um corpo. Outra ideia defendida por Einstein foi a de que o tempo pode passar mais devagar (ou mais rápido) conforme a velocidade do observador.
Em 1916, ele publicou uma versão expandida dessas ideias, chamada de Teoria Geral da Relatividade. Desta vez, ele abordou também a questão da gravidade, que, segundo ele, seria uma distorção do espaço-tempo causada por objetos massivos. Essa teoria também prevê a existência dos estranhos buracos negros e ajuda a compreender a distorção sofrida pela luz ao atravessar galáxias (causada pela grande força gravitacional desses objetos).
2 – MECÂNICA QUÂNTICA
Átomos, todo mundo sabe, são extremamente pequenos. Partículas como prótons e elétrons, por sua vez, são ainda menores, tão pequenas que, em seu “mundo”, prevalece a Mecânica Quântica – proposta no começo do século 20.
Na escala subatômica, as partículas podem se comportar como ondas e podem estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. É na Mecânica Quântica que estão outros conceitos curiosos, como “emaranhamento” e o “Princípio da Incerteza”.
3 – TEORIA DAS CORDAS
Essa teoria (que, por sinal, é estudada pelo personagem Sheldon Cooper, do seriado The Big Bang Theory) sugere que partículas não são pequenos pontos, mas dobras em objetos unidimensionais similares a cordas. A diferença entre as partículas seria a frequência com que as cordas vibram.
A Teoria das Cordas é uma tentativa de conciliar a Física Quântica e a Teoria Geral da Relatividade, além de uma possível base para a hipotética “Teoria do Tudo”, que, supostamente, será capaz de unir todos os conceitos físicos e explicar o universo.
4 – SINGULARIDADE
Na física, o termo se refere a um ponto em que tempo e espaço estão
infinitamente curvados. Acredita-se que existem singularidades no centro
de buracosnegros
(dentro dos quais, por exemplo, a massa de uma estrela pode estar
condensada em uma região minúscula, ou mesmo em um único ponto)
e, ainda, que o próprio Big Bang teria começado a partir de uma.
infinitamente curvados. Acredita-se que existem singularidades no centro
de buracosnegros
(dentro dos quais, por exemplo, a massa de uma estrela pode estar
condensada em uma região minúscula, ou mesmo em um único ponto)
e, ainda, que o próprio Big Bang teria começado a partir de uma.
5 – PRINCÍPIO DA INCERTEZA
Formulado em 1927 pelo físico alemão Werner Heisenberg,
o princípio seria uma das consequências da Mecânica Quântica
e se refere à precisão máxima em que seria possível medir a
localização e a velocidade de uma partícula subatômica.
o princípio seria uma das consequências da Mecânica Quântica
e se refere à precisão máxima em que seria possível medir a
localização e a velocidade de uma partícula subatômica.
Há dois fatores por trás da incerteza apontada pelo princípio:
o primeiro é o de que a simples medição de algo (no caso, uma partícula)
já afeta este objeto; o segundo é o fato de que o mundo quântico não
é “concreto”, mas baseado em probabilidades, dificultando a medição
do estado de uma partícula.
o primeiro é o de que a simples medição de algo (no caso, uma partícula)
já afeta este objeto; o segundo é o fato de que o mundo quântico não
é “concreto”, mas baseado em probabilidades, dificultando a medição
do estado de uma partícula.
6 – GATO DE SCHRÖDINGER
Esse termo se refere a uma experiência teórica imaginada pelo
físico austríaco Erwin
Schrödinger em 1935, que demonstraria o quão estranha era a
incerteza por trás da Mecânica Quântica.
Schrödinger propôs que se imaginasse um gato, preso em uma
caixa junto com material radioativo. No experimento, haveria 50%
de chance de que o material se deteriorasse, emitindo radiação e
matando o gato, e 50% de chance de que o material não emitisse
radiação e que o gato sobrevivesse.
De acordo com a física clássica, um desses cenários obrigatoriamente
se tornaria realidade e poderia ser observado quando alguém abrisse
a caixa. De acordo com a Mecânica Quântica, contudo, o gato não
estaria nem vivo nem morto até que alguém abrisse a caixa e
observasse (medindo e, portanto, afetando a situação).
7 – EMARANHAMENTO
É um dos fenômenos mais conhecidos da Mecânica Quântica,
no qual duas partículas, mesmo quando separadas por uma
enorme distância, são afetadas mutuamente – ou seja, se uma
se move, a outra se move na mesma direção.
O conceito perturbou o próprio Albert Einstein, que o chamou de
“assombrosa ação a distância”. O emaranhamento já foi induzido
em experimentos e cientistas esperam, algum dia, poder aproveitá-lo
para criar computadores supervelozes.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
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