sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Auroras Polares


As auroras podem ser observadas na atmosfera, nas proximidades dos pólos norte e sul da Terra. É um belo espetáculo de luz e cores na atmosfera superior à noite.

A que ocorre no pólo norte recebe o nome de aurora boreal, a do pólo sul é conhecida como aurora austral. Elas formam no céu uma luminosidade difusa, que pode ser vista quando o Sol está baixo no horizonte.

O Sol emite uma grande quantidade de partículas eletricamente carregadas, prótons e elétrons, que caminham em todas as direções. Esse fluxo de partículas recebe o nome de vento solar. Ao atingir as altas camadas da atmosfera da Terra, essas partículas eletrizadas são capturadas e aceleradas pelo magnetismo terrestre, que é mais intenso nas regiões polares. Essa corrente elétrica colide com átomos de oxigênio e nitrogênio que emitem luz, mais o menos como ao que ocorre na tela de um tubo de televisão, formando assim as famosas auroras.

As auroras polares podem surgir em forma de manchas, arcos luminosos, faixas ou véus. Umas têm movimentos suaves, outras pulsam. Sempre em alturas de cerca de 100 quilômetros de altitude. Quanto mais próximo o observador estiver dos pólos magnéticos, maior a chance de ver o fenômeno.





Quais os dez maiores fenômenos que a ciência não explica?


10 – A relação cérebro-corpo:
 A ciência se esforça para ter um completo entendimento sobre a relação corpo-mente. O placebo, por exemplo, é um efeito causado pelo cérebro humano para uma condição de melhora sobre uma dada doença que acaba por curá-la.
9 – O poder da mente e a percepção extra-sensorial: Muitas pessoas acreditam que a intuição pode influenciar os acontecimentos que as cercam. Recentemente lançado, o livro “The secret” tenta provar a existência da famosa “Lei da Atração”, em pouco tempo se tornou best seller…
8 – Vida após a morte: Pessoas que estiveram perto da morte usualmente comentam ter passado por uma condição de viagem para outra dimensão (como se viajassem num túnel e submergissem na luz). Cientistas crêem que essas sensações são alucinações características do cérebro humano mas não conseguem explicá-las. Essas seriam visões do outro lado???
7 – ET´s: Não existem dúvidas da existência de objetos voadores não identificados. Seriam esses objetos intrigantes mistérios do universo ou ações extraterrestres? Por mais que os cientistas encontrem explicações mirabolantes alguns desses objetos jamais foram explicados.
6 – Deja Vu: É uma famosa frase francesa que significa, “já vi isso?”. São sensações de que já passamos por determinadas experiências. Eventualmente entramos num prédio ao qual jamais estivemos e temos a sensação de que conhecemos aquele ambiente de longa data, às vezes até as pessoas que ali estão. Este é um dos mistérios da mente humana ao qual a ciência não consegue explicar…
5 – Fantasmas: Muitas pessoas relatam já terem visto algum tipo de fantasma, pesquisadores tentam provar que esta seria a maneira de manifestação dos mortos, de qualquer forma nada se provou.
4 – Desaparecimentos misteriosos: Eventualmente as pessoas desaparecem por vários motivos, desde criminais até acidentais. Mas existem casos de desaparecimentos aparentemente sem motivos, o caso mais recente é o da garotinha Madeleine McCann.
3 – Sexto sentido: Quem nunca ouviu uma mãe dizer estar sentindo que seu filho está sob apuros enquanto ele realmente passa por maus bocados? Este é o tipo de sentimento que a ciência nunca conseguiu entender.
2 – Criaturas do inconsciente: Criaturas como o “Pé-Grande” ou “O incrível homem das neves” são relatadas por muitos sobreviventes de catástrofes naturais. Uns dizem que foram ajudados, outros relatam terem sido alvos de sua má índole. O fato é que a ciência, apesar dos relatos, não possui nenhuma prova de suas existências.
1 – O mistério de Taos: Alguns visitantes da pequena cidade de Taos no Novo México (EUA) afirmam escutar um som de baixa freqüência no ar da cidade. Cientistas afirmam que o fenômeno é causado por um mistério acústico característico da região, mas não conseguem explicar o porquê do fenômeno.


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Curiosidades


Conheças Nossas Ferramentas





Novo material poderá diminuir desperdício de energia


Quem usa notebooks já percebeu que, às vezes, eles esquentam demais (especialmente quando estão rodando programas mais “pesados”). Embora possa ser agradável em dias frios, esse calor é, na verdade, energia desperdiçada. Se isso já acontece em um equipamento relativamente pequeno, que não usa tanta energia, imagine em estruturas maiores.
“Com cerca de dois terços de toda a energia usada sendo desperdiçada sob a forma de calor, há forte necessidade de materiais termo-elétricos de alta performance, que podem converter reversamente calor em energia elétrica”, explica uma equipe de pesquisadores de diversas instituições dos Estados Unidos, em artigo publicado recentemente pela revista Nature.
Esse tipo de material deve ser capaz de manter o fluxo de elétrons enquanto evita que o calor “escape”, e sua eficiência é medida em uma escala chamada ZT. Estima-se que um material termo-elétrico que possa ser usado com eficiência em larga escala deve ter um ZT de pelo menos 2 a uma temperatura entre 480°C e 650°C.
Uma forma de aumentar o ZT de um material é alterar sua estrutura nanométrica (na escala de 1×10⁻⁹ m), criando minúsculas interrupções para evitar que o calor “saia”. Estudos anteriores, porém, ao realizar tal procedimento com materiais termo-elétricos que já eram relativamente eficientes (como telurido de chumbo) conseguiram chegar a um ZT máximo de 1,8.
Os pesquisadores do estudo mais recente, por sua vez, superaram as expectativas iniciais e, com um novo método – em que criavam obstáculos em uma escala um pouco maior que a nanométrica – conseguiram aumentar o ZT de uma amostra de telurido de chumbo para 2,2 a 643°C, dando um grande passo na busca por materiais termo-elétricos mais eficientes (e que ajudem a diminuir o desperdício de energia elétrica).[Discovery Magazine] [Nature]


7 conceitos bizarros da física que todos devem conhecer


No dia-a-dia, conceitos básicos de física (como força, aceleração e pressão) não causam tanto espanto, nem soam absurdos. Quando mudamos para outros cenários, porém, as regras mudam: no mundo subatômico, por exemplo, partículas podem estar em dois lugares ao mesmo tempo, e só o fato de observá-las já altera seu estado; buracos negros podem conter a massa de uma estrela condensada em um único ponto; e para um objeto viajando à velocidade da luz, o tempo passa mais devagar.
Confira a seguir estas e outras ideias que fogem do que nós consideramos “normal” – mas que não causam tanto espanto em cientistas da área..

1 – RELATIVIDADE 
O termo se refere a duas das mais famosas teorias da física, ambas propostas por Albert Einstein. Na primeira, divulgada em 1906, o físico demonstrou, por meio de uma série de cálculos, que a velocidade da luz é a maior que pode ser atingida por um corpo. Outra ideia defendida por Einstein foi a de que o tempo pode passar mais devagar (ou mais rápido) conforme a velocidade do observador.
Em 1916, ele publicou uma versão expandida dessas ideias, chamada de Teoria Geral da Relatividade. Desta vez, ele abordou também a questão da gravidade, que, segundo ele, seria uma distorção do espaço-tempo causada por objetos massivos. Essa teoria também prevê a existência dos estranhos buracos negros e ajuda a compreender a distorção sofrida pela luz ao atravessar galáxias (causada pela grande força gravitacional desses objetos).
2 – MECÂNICA QUÂNTICA


Átomos, todo mundo sabe, são extremamente pequenos. Partículas como prótons e elétrons, por sua vez, são ainda menores, tão pequenas que, em seu “mundo”, prevalece a Mecânica Quântica – proposta no começo do século 20.
Na escala subatômica, as partículas podem se comportar como ondas e podem estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. É na Mecânica Quântica que estão outros conceitos curiosos, como “emaranhamento” e o “Princípio da Incerteza”.
3 – TEORIA DAS CORDAS 
Essa teoria (que, por sinal, é estudada pelo personagem Sheldon Cooper, do seriado The Big Bang Theory) sugere que partículas não são pequenos pontos, mas dobras em objetos unidimensionais similares a cordas. A diferença entre as partículas seria a frequência com que as cordas vibram.
A Teoria das Cordas é uma tentativa de conciliar a Física Quântica e a Teoria Geral da Relatividade, além de uma possível base para a hipotética “Teoria do Tudo”, que, supostamente, será capaz de unir todos os conceitos físicos e explicar o universo.
4 – SINGULARIDADE

Na física, o termo se refere a um ponto em que tempo e espaço estão 
infinitamente curvados. Acredita-se que existem singularidades no centro 
de buracosnegros 
(dentro dos quais, por exemplo, a massa de uma estrela pode estar
 condensada em uma região minúscula, ou mesmo em um único ponto)
 e, ainda, que o próprio Big Bang teria começado a partir de uma.
5 – PRINCÍPIO DA INCERTEZA
Formulado em 1927 pelo físico alemão Werner Heisenberg,
 o princípio seria uma das consequências da Mecânica Quântica 
e se refere à precisão máxima em que seria possível medir a 
localização e a velocidade de uma partícula subatômica.
Há dois fatores por trás da incerteza apontada pelo princípio:
 o primeiro é o de que a simples medição de algo (no caso, uma partícula)
 já afeta este objeto; o segundo é o fato de que o mundo quântico não 
é “concreto”, mas baseado em probabilidades, dificultando a medição 
do estado de uma partícula.
6 – GATO DE SCHRÖDINGER

Esse termo se refere a uma experiência teórica imaginada pelo 
físico austríaco Erwin
Schrödinger em 1935, que demonstraria o quão estranha era a 
incerteza por trás da Mecânica Quântica.
Schrödinger propôs que se imaginasse um gato, preso em uma 
caixa junto com material radioativo. No experimento, haveria 50%
 de chance de que o material se deteriorasse, emitindo radiação e 
matando o gato, e 50% de chance de que o material não emitisse 
radiação e que o gato sobrevivesse.
De acordo com a física clássica, um desses cenários obrigatoriamente 
se tornaria realidade e poderia ser observado quando alguém abrisse
 a caixa. De acordo com a Mecânica Quântica, contudo, o gato não 
estaria nem vivo nem morto até que alguém abrisse a caixa e
 observasse (medindo e, portanto, afetando a situação).
7 – EMARANHAMENTO
É um dos fenômenos mais conhecidos da Mecânica Quântica,
 no qual duas partículas, mesmo quando separadas por uma 
enorme distância, são afetadas mutuamente – ou seja, se uma 
se move, a outra se move na mesma direção.
O conceito perturbou o próprio Albert Einstein, que o chamou de
 “assombrosa ação a distância”. O emaranhamento já foi induzido